Aylah, a cantora que veio de Minas, cresce no cenário artístico de Curitiba

Assessoria de Imprensa

Como nasce uma estrela? Com muito trabalho, dedicação e amor pela arte. É este o caso da cantora Aylah, a mineira radicada em Curitiba que se prepara para lançar sua segunda música pelo Spotify e já recebe convites para shows até em São Paulo.

A grande diferença em relação à maioria das cantoras é que Aylah não é apenas uma (bela) voz: ela compõe e interpreta aquilo que foi ditado pelos seus sentimentos, geralmente acompanhada por uma banda ou pelo violeiro Calebe, como na música “Alma de Minas, corpo do mar“, que está em estúdio.

Sem os recursos da gravação em estúdio, ela já havia lançado essa música em seu canal no Youtube, com boa repercussão. No Youtube, ela tem também o clipe “Ponto Cruz”, já com mais de duas mil visualizações e muitos elogios.

Sobre “Alma de Minas, corpo de mar”, Aylah conta que compôs num momento muito conturbado de sua vida, quando precisou “daquele ar, daquela leveza que só a nossa casa pode trazer”, que é como se sente quando vai a Minas e quando nada no mar. “Daí nasceu a música, desse desejo de paz”, diz.

Ela está gravando apenas com Calebe porque, tanto ela quanto ele, queriam “uma produção simples, delicada, que não perdesse essa leveza toda”. Deu certo. A música flui com graça e mexe com sentimentos singelos.

Aylah nasceu em Itajubá, no Sul de Minas, e depois morou na capital paulista. Mas optou por Curitiba, como explica, “pela qualidade de vida que ela oferece. O custo de vida é muito mais baixo, é uma cidade mais tranquila, tem lugares lindos com muita natureza, além de oferecer quase tudo que uma grande metrópole oferece”, explica.

Mas veio de São Paulo o convite, esta semana, para ela fazer um pocket show, no Quinto Pecado, “um café com um ar intimista e com doces maravilhosos”. Agora, planeja a data e começa a pensar no repertório, que “vai estar repleto de músicas que ainda não lancei e que são muito especiais”, diz.

E músicas é que não vão faltar. Ela diz que compõe diariamente, mas pretende lançar oficialmente cerca de 30. O show em São Paulo será “intimista, mais acústico”, provavelmente acompanhada só por um piano e um violão. E não precisa mesmo mais do que isso para ela mostrar o talento.

(Foto: Nilton Rolin)

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